Terça-feira, 5 de Maio de 2009

Vá, curte com ele! (2)

Naquela noite, na noite em que aquele rapaz quis curtir comigo senti nojo, repulsa, ódio de mim mesma. Não vou mentir, sempre quis que tal acontece-se. E eis que chega esse dia, mas... preferia que nunca tivesse existido.

Já não é de agora que sinto este sentimento de nojo. Não é de agora que me acho gorda e feia. Não é de agora, é de há muito tempo...

Naquela noite deveria ter ficado contente. Porém, o facto de ele estar bêbado e de ter tentado curtir com a Mafalda  fez-me pensar que não valho nada. Foi recurso, a segunda opção de um bêbado!

 

Escrito por DesabafosDaMinhaAlma às 20:19
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Quarta-feira, 1 de Abril de 2009

"É uma pessoa com garra?"

Gosto de fazer testes. Gosto daqueles testes que se encontram na internet, uns mais parolos e divertidos, outros mais sérios.

Hoje, na página principal do Sapo, encontrei um desses testes... Um teste destinado às mulheres. Eis o resultado:

 

É o oposto de uma pessoa enérgica e com garra. Isola-se no seu mundo e tem medo de experimentar coisas novas. Tente alterar essa atitude pois a sua vida corre o risco de se tornar insípida e cinzenta.

Interesse-se mais pelo que se passa à sua volta e seja mais disponível para as outras pessoas. A mudança vai enriquecê-lo e fazê-lo sentir-se mais feliz. Se não o conseguir fazer sozinho, peça ajuda a um psicólogo.

 

É uma pessoa com garra?

 

Pois...

A exacta descrição de minha pessoa.

Hoje estou: sem força!
Estou a ouvir: Bruce Aisher : fading
Escrito por DesabafosDaMinhaAlma às 16:20
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Terça-feira, 31 de Março de 2009

O exemplo...

O meu caderno diário é uma autêntica gatafunhada de letras, setas, números... São apontamentos (se é que os podemos apelidar como tal!) de difícil compreensão e em que poucos o percebem, apenas eu própria (mal seria!) e uma ou outra pessoa.

Outrora, era das pessoas mais organizadas com os cadernos diários. Os títulos tinham uma determinada cor, os subtítulos igualmente, existiam bolinhas, tracinhos e mais uns quantos elementos de organização. Antes da minha entrada na Universidade, os meus cadernos diários eram a perfeição!

Agora tudo mudou. Se quero apanhar tudo (ou quase tudo) do que os professores dizem tenho de fazer tudo à baldas...

Graças a esta desorganização, vejo-me obrigada a passar diariamente em folhas que, posteriormente coloco num dossier, todas as informações recolhidas durante as aulas. Aqui sim, exijo profissionalismo (ou quase) a mim própria... Na verdade, é frequente encontrar pequenos vestígios de corrector pois, não raras as vezes, me confundo na minha desorganização.

Ontem, andava eu "numa de passar os apontamentos a limpo" (porque nem sempre apetece) e comecei pela cadeira sobre os autores contemporâneos da Sociologia. A meio da minha escrita, relembrei o momento em que o professor repetidamente diz a seguinte frase:

- Com certeza que nem todos  vocês escolheram Sociologia como primeira opção. Contudo, à medida que foram avançando foram-se identificando com o curso.

Nisto, a "Mafalda" diz-me:

- Ouvistes o que disse o professor?

- Ouvi. Mas eu sou especial e sou ao contrário.

Eis que ele prossegue no seu belo exemplo:

- Outros, em contrapartida, entraram na primeira opção mas, e espero que não seja esse o caso, começaram a não se identificar com o curso...

Olhei para a "Mafalda" e logo compreendeu em qual me encaixava.

Se ele soube-se o quanto eu o odeio quando ele utiliza este exemplo...

Estou a ouvir: Lifehouse : if this is goodbye
Escrito por DesabafosDaMinhaAlma às 18:44
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Domingo, 29 de Março de 2009

"Morro lentamente"

"Morre lentamente quem não viaja, quem não lê,
quem não ouve música,
quem não encontra graça em si mesmo.

Morre lentamente quem destrói o seu amor-próprio,
quem não se deixa ajudar,
morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito,
repetindo todos os dias os mesmos trajetos, quem não muda de marca,
não se arrisca a vestir uma nova cor
ou não conversa com quem não conhece.

Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru.

Morre lentamente quem evita uma paixão,
quem prefere o negro sobre o branco e os pontos sobre os "is" em detrimento de um redemoínho de emoções,

justamente as que resgatam o brilho dos olhos, sorrisos dos bocejos, corações aos tropeços e sentimentos.

Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho,
quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho,
quem não se permite pelo menos uma vez na vida a fugir dos conselhos sensatos.

Morre lentamente, quem passa os dias queixando-se da sua má sorte ou da chuva incessante...

Morre lentamente, quem abandona um projeto antes de iniciá-lo,
não pergunta sobre um assunto que desconhece
ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.

Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior que o simples fato de respirar.
Somente a perseverança fará com que conquistemos um estágio pleno de felicidade."

 

(Pablo Neruda)

 

É isto que sinto, a morrer lentamente...

Porque não encontro graça em mim.

Porque não consigo pedir ajuda.

Porque repito hábitos, trajectos.

Porque não arrisco vestir uma nova cor.

Porque evito paixões.

Porque não viro a mesa.

Porque não me permito fugir aos conselhos sensatos.

Porque não foi capaz de seguir os sonhos que o meu coração desejava...

Estou a ouvir: Spice Girls : viva forever
Escrito por DesabafosDaMinhaAlma às 20:03
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Terça-feira, 17 de Março de 2009

Mudanças.

Tive com a S. e com a L., as minhas duas grandes amigas de secundária (e que creio já ter falado delas um dos meus primeiros posts). Juntas, formávamos um grupo, companheiras de risotas e de saídas nocturnas, de trabalhos e de conversas de namorados, sexo, escola, futuro, sonhos... Éramos um grupo inseparável, onde estava uma estavam as restantes.

Já não as via à um ano; à um ano que não estavamos todas juntas.

A L. continua igual: bonita e atraente. À S. quase que nem a reconhecia e sinceramente não sei porque. Quanto a mim, segundo elas, estava muito diferente. Mas eu não concordo.

Exteriormente, sim, mudei. Aprendi a arranjar-me e emagreci (segundo o que dizem, porque eu cá não noto nada!). Sim, podemos dizer que mudei.

Interioremente não mudei. Continuo igual a mim mesma: tímida, complexada, confusa, triste e umas quantas coisas mais que não consigo descrever.

Num ano, podemos mudar muita coisa exteriormente... Mas o que fazer aquelas que permanecem internamente, aquelas que os outros não podem ver e que só nós as vemos e sentimos? Aquelas que aos poucos e poucos nos vão enfraquecendo?

Há anos que ando a tentar combater a angústia interna, mas parece que nada ajuda. Existe sempre algo que dificulta esse combate, que nos deixa sem saber o que fazer ou onde procurar as forças que necessitamos para tal.

Externamente todos nós mudamos. Internamente são poucos aqueles que os conseguem e os que não conseguem, vivem na angústia e na ânsia de alcançar a mudança.

Quiças, nem exterioremente eu tenha mudado...

Estou a ouvir: Enrique Iglesias : be with you
Escrito por DesabafosDaMinhaAlma às 18:16
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Terça-feira, 3 de Março de 2009

O que tens?

As aulas já começaram a alguns dias, mas só agora me apercebi da quantidade de trabalho que terei até meados de Julho: trabalhos, teste e exames.

Recomeçou a vida agitada: horas em frente ao computador, tendo o papel e a caneta como companhias. Recomeça a rotina...

Enfim, agora já não há tempo para pensar nas tristezas da alma e no tormento da solidão. Agora, sempre que me perguntarem "O que tens?", a resposta será "Muitos trabalhos."; mesmo que a vontade seja a de dizer "Chora a minha alma".

Hoje estou: o que tens?
Estou a ouvir: James Morrison : you make it real
Escrito por DesabafosDaMinhaAlma às 20:17
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Sábado, 28 de Fevereiro de 2009

Memórias.

Decidi mergulhar nas lembranças passadas, naquelas que ainda hoje marcam o meu presente. Procurei as fotografias escondidas dos passeios, as cartas escritas pelas colegas de colégio no dia dos namorados e as dedicatórias feitas não há muitos anos pelas amigas de liceu.

Ao reler uma carta enviada, por uma colega, pela altura dos dias dos namorados, senti as lágrimas correm-me pela fase. Nela, reli uma frase que me marcou naquele dia e que me fez reviver-lo novamente:

 

"Maria, espero que encontres o teu príncipe encantado, para calares as más línguas... E, desculpa tudo o que já te fiz e o que te disse hoje."

 

Tentei relembrar o que me teria dito ela naquele dia, mas não consegui. Talvez melhor assim.

Contudo, ao abrir a carta senti entrar em mim a mesma tristeza de outrorá. A primeira frase da minha colega marcara-me. Depois de a ler, agarrei-me à almofada e deixei as lágrimas cair, questionando-me que "más línguas" seriam as que de me mim se diziam. Curiosamente, poucas foram as lágrimas que correram...

Então pensei: "Realmente encontrei o meu príncipe encantado: a solidão".

 

 

 

 (editado às 19:36, 28 de Fevereiro)

Hoje estou: recordando.
Estou a ouvir: Marisa Monte : dança da solidão
Escrito por DesabafosDaMinhaAlma às 13:24
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Quinta-feira, 26 de Fevereiro de 2009

Sinto(-me)...

estranha...

confusa...

esquisita...

aborrecida...

triste...

deprimida...

vontade de chorar...

vontade de gritar...

vontade de desaparecer e jamais voltar.

 

O pior é não conseguir descrever o que sinto, o que me vai na alma.

Hoje estou: triste.
Estou a ouvir: Ivete Sangalo : a lua que eu te dei
Escrito por DesabafosDaMinhaAlma às 17:57
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Terça-feira, 3 de Fevereiro de 2009

Duas frases, o mesmo sentimento.

Porque é que havia de me sentir sozinha? Raras vezes na minha vida, desde que me lembro de mim, tive um sentimento de solidão. E não me sinto mal na minha companhia, divertimo-nos muito as duas, eu e eu. Não me aborreço.

 

 

Não sei o que é a solidão. Nunca me senti só. Acho fantástico ficar comigo mesma, com meus milhões de dúvidas e preocupações.

Hoje estou: solidão.
Estou a ouvir: Deolinda : eu não sei falar de amor
Escrito por DesabafosDaMinhaAlma às 20:11
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Sábado, 31 de Janeiro de 2009

Mar.

Gosto de olhar o mar. Gosto de me sentar na rocha ou na areia e de o observar, enquanto vaguei nos meus pensamentos. É incrível como ele nos transmite um conjunto variado de sentimentos e emoções.

Se por um lado ele nos transmite paz, esperança e sonhos, por outro ele é sinónimo de medo e respeito. Quando o observo, sentada na areia, admiro-lhe a grandeza e a força e todo o conjunto de sensações que em mim desperta.

Tenho o privilegio de morar junta ao rio e proximamente do mar. Quando me sinto em baixo, mesmo não estando junto dele, penso no mar e quando posso, caminho ao seu encontro. Chegada ao destino, penso nos medos que ele causa, no respeito, na admiração que sinto, na esperança que ele me transmite.

Quando era pequena e via o mar revolto, pensava que ele estava assim porque estava zangado com os homens. Hoje, quando assim no vejo, sinto a tristeza a desaparecer, dominada pela alegria expectativa de um futuro melhor. E mesmo quando o mar esta calmo, todos os meus males desaparecem...

Tranquilamente ou revoltoso, o mar faz-me esquecer, por algum tempo, o mundo de loucos em que vivo. Faz-me acreditar na magia dos sonhos, no poder da amizade, na segurança da família, num mundo melhor. É com ele que tomo as decisões mais importantes e é com ele que acredito no amor, na felicidade, na amizade, na alegria, na força. Diz-se que depois da tempestade, bem a bonança e é com ele que este velho ditado faz sentido: depois de um mar revolto, em que domina o medo, chega um mar calmo, tranquilo, trazendo esperança,  alegria, paz...

É junto ao mar, e até mesmo junto ao meu rio, que encontro a paz que necessito. Mesmo estando longe dele, basta imaginá-lo na minha mente e contemplar-lhe as fotografias tiradas por mim ou encontradas neste mundo virtual, para tudo melhorar. Eis o motivo para o fundo escolhido...

 

Hoje estou: pensativa!
Estou a ouvir: Mafalda Arnauth : o mar fala de ti
Escrito por DesabafosDaMinhaAlma às 14:37
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Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2009

Comboio...

Viajando de comboio…
Olho o vidro,
Vejo imagens reflectidas,
Que aparecerem e desaparecem,
Então surgem pensamentos, sentimentos…
As vezes, surgem aqueles que todos gostamos…
De alegria, de amizade, de esperança!
No entanto,
Estes depressa dão lugar aqueles que não gostamos,
Sentimentos maus, que queremos apagar…
De tristeza, de mágoa, de revolta, de solidão!
São como gritos de revolta.
Sentimentos que dão vontade de morrer,
E esquecer tudo,
Ou de nos escondermos num lugar bem longínquo,
Fugir e nunca, nunca mais voltar!
Ai, pergunto-me:
Porque não podemos ser todos felizes?
Porque é que a vida nos trama? *
Porque todos procuramos a felicidade?
Afinal, qual o sentido da vida?!

 

Escrevi este "espécie" de poema decorria o ano de 2006.

Nos cerca de 20 minutos que durava a viagem, todo o tipo de pensamentos preenchiam a minha mente, uns bons outros maus. Daquela altura atravessava uma fase complicada, com desilusões, tristezas e desgostos, não só em termos amorosos, mas também familiares.

Curiosamente, quando reli o texto, as lágrimas escorreram-me o rosto... Passado este tempo (e resolvidos os problemas familiares), ele é ainda hoje demonstra o meu estado de espírito... 

 

* Esta frase é me familiar... A música de que odeio de João Pedro Pais!

Hoje estou: porque?
Estou a ouvir: Leona Lewis : i will be
Escrito por DesabafosDaMinhaAlma às 00:00
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Quarta-feira, 21 de Janeiro de 2009

Uma frase de esperança.

"Nada é eterno neste mundo de loucos, nem mesmo os nossos problemas"

(Charles Chaplin)

 

A pergunta que se coloca é: será mesmo assim?

Espero que sim...

 

Hoje estou:
Estou a ouvir: Luís Repressas : ser poeta (poema de Florbela Espanca)
Escrito por DesabafosDaMinhaAlma às 14:37
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Quarta-feira, 31 de Dezembro de 2008

Em balanço...

2008 esta a chegar ao fim e 2009 aproxima-se a passos largos.

Resumindo 2008 posso dizer que foi um ano... hum... digamos "normal". Normal porque nada de novo e especial aconteceu... Aprendi, errei, cai, lutei, desanimei, sonhei, foi ingenua... Foi e fiz tanta coisa!

Contudo, 2008 ensinou-me algo importante: amar-me a mim própria.

Quando inicie o meu blog, andava numa fase mais triste, em que me "odiava". Com o tempo e esforço (esforço que já vinha de antes) passei a amar-me... emagreci e aprendi a aceitar-me como sou. Foram lutas de meses, por vezes desiguais que me enfraqueciam e me deitavam a baixo.

Repassando o meu ano, não vejo nenhum acontecimento que me tenha marca em especial... Pensando melhor até tenho!

Foi neste ano que vesti, em Maio, o meu traje académico !!! Recordo-me do friozinho no estomago e de passar na rua e ver pais, filhos, avós e netos a olharem para mim.

- "Avó, olha aquelas meninas vestidas!" dizia uma menina de uns 5 anos, sentada na paragem com a avó, ao que esta lhe responde: "Estuda minha filha para um dia andares vestido assim como elas!"

Sem dúvida foi um mês muito especial... O orgulho dos meus pais ao verem-me pela primeira vez vestida!

Euforismos e sentimentalismos à parte... 2008 é marcado pelas férias de Julho, em minha casa, na companhia da I. e do M.. Uma semana para recordar...

Enfim... 2008 até nem foi mau! Foi muito bom, para lá do dito "normal"... Foi um ano bom!  

Mas continuo a dizer que o meu melhor ano foi de 2007: a carta de condução (que faz um belo efeito na carteira!), viagens de finalistas de secundário, faculdade, curso, nova cidade, amigos novos, computador novo... Enfim, um ano que marcou!

Para 2009?!

Sei lá! Só espero que seja um ano replecto de magia e emoções, de surpresas e alegrias. Mas que seja um ano de lutas, vitórias, caidas e reconquistas, de trabalho... A única certeza que tenho é que 2009 será um ano de muito trabalho!

Que venha 2009 e me surpreenda !!!

Hoje estou: à espera de 2009!!
Estou a ouvir: Lulla Bye : a bigger plan
Escrito por DesabafosDaMinhaAlma às 15:59
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Terça-feira, 9 de Dezembro de 2008

Desabafo de um processo doloroso

Nunca pensei que algo tão simples se poderia tornar doloroso. Sempre pensei que "apaixonar-nos por nós próprios" seria fácil, algo que ocorreria quando eu quisesse e como. Mas não...

Compreendi, à alguns meses atrás, que precisava de fazer mais por mim. Estava farta da menina que se lamentava de tudo e de nada, da menina que queria falar e não sabia como, da menina de sempre.

Enquanto vinha no autocarro, pensava no quão doloroso têm sido os últimos tempos. Parece uma montanha-russa, de altos e baixos, de paragens e recomeços. As vezes questiono-me se isto valerá a pena. É triste percebermos que não temos amor próprio.

Quero mudar. Quero ser uma menina mais comunicativa, mais aberta, alegre, divertida. Quero mudar-me, transformar-me, alterar-me. Quero tanta coisa!

É difícil transmitir o que sinto. Sinto, apenas, que enquanto não me apaixonar por mim, não conseguirei e evitarei que alguém se apaixone por mim.

Hoje percebi, finalmente, que talvez continue sozinha porque afugento quem se queira aproximar, pois não me "amo" o suficiente.

Uma viagem de autocarro, para além de cansativa, serviu para compreender que a minha vida tem sido passada, maioritariamente, a queixar-me e a nada fazer. Parece que estou à espera que as coisas mudem por arte do "Divino Espírito Santo".

Dentro do meu ser, atropelam-se sentimentos, medos e receios. Quero combate-los, mas como? Quando terminará isto?

Seria tudo bem mais simples se a minha vida fosse aquela que imagino nos meus sonhos...

 

 

Hoje estou: pensativa!
Estou a ouvir: Fingertips : picture of my own
Escrito por DesabafosDaMinhaAlma às 00:24
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